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Demokrat Çevre Mühendisleri bilim, emek ve doğa için mücadeleye devam diyor!

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Çevre Mühendisleri Odası İstanbul Şubesi 30-31 Ocak günlerinde olağan genel kurulunu gerçekleştirecek. ÇMO’da 20 yıllık bir mücadele sürekliliği olan Demokrat Çevre Mühendisleri olarak bu yıl da bilim, emek ve doğadan yana olan programımızla “Mavi Liste” altında seçimlere katılıyoruz.

Demokrat Çevre Mühendisleri ülkenin ve dünyanın içinden geçtiği 20 yıllık süreç içerisinde rantın ve talanın daima karşısına durdu. Yalnızca Gezi’de değil, Validebağ’dan Silivri’ye; Kuzey Ormanları’ndan Kalamış’a; Gerze’den Akkuyu’ya; Çeşme’den Cerrattepe’ye; Dersim’den Fatsa’ya kadar rantın ve talanın olduğu her yeri mücadele alanı haline getirdi. Mücadelenin yalnızca rantla ilişkili olmadığını bildi ve emekten yana tavır koydu. Savaş Kirletir diyerek Irak ve Afganistan savaşlarına karşı geldi. Su kaynaklarına ciddi zararlar veren Dünya Su Forumu Türkiye’de toplanırken buna karşı verilen mücadelenin başlıca parçalarından biri oldu.

Tüm Emek-Sen üyesi işçilerle söyleşi

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İşçi Cephesi olarak Tüm Emek-Sen üyesi işçilerle sendikanın kuruluş sürecini, sektördeki örgütlenme deneyimlerini konuştuk.

Hizmet sektöründe çalışan kadınların sorunları

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İşçi Cephesi olarak Tüm Emek-Sen üyesi Esin ile kadınlar açısından turizm sektöründe yaşanan zorlukları konuştuk. Aynı sendikada birlikte mücadele ettiği Zafer de görüşleriyle konuya katkıda bulundu.

92 yıl oldu: Lenin’i hatırlamak

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“‘Biliyorum, sizin kitaplarınızda böyle yaşanmaz diyor; böyle yaşanmayacağına göre de, hayata yeni bir düzen vermek gerekir, diyor. Madem öyle, madem şimdiki düzende yaşanmaz diye buyuruyorlar, neden kendileri yeni, yaşanası bir düzen kurmuyorlar peki? Kitaplarınızda nasıl bir yeni düzenden söz edildiğini de biliyorum ben Veracığım: İyi bir düzen olacak bu. Gelgelelim ne sen ne ben görebiliriz o iyi düzeni. Neden dersen halkımız insanı çileden çıkartacak kadar ahmak, bön. Bu halkla mı kurulacak o iyi düzen! Eski düzende eskisi gibi yaşayıp gideceğiz. Sen de böyle yaşa. Nasıl bir düzen bu eski düzen? Sizin kitaplarınızda yazdığı gibi tam: Uyanık ol, vermeden al, soy, yağmala. Ben bunları bir anne olarak seni gerçekten sevdiğim için… horr…’

Öldürülüşünün 9. yılında Hrant Dink anıldı

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Hrant Dink 19 Ocak 2007 tarihinde saat 15:00 sularında genel yayın yönetmeni olduğu Agos gazetesinin Şişli’deki binası önünde Ogün Samast adlı faşist tarafından silahlı saldırıya uğramış ve olay yerinde hayatını kaybetmişti. Aradan 9 uzun yıl geçti; vur emrini verenler ceza almadı, cinayetin perde arkası hâlâ çözülmedi, açıklanmadı. Hükümetin farklı etnik kökenlere karşı uyguladığı asimilasyon ve baskı politikaları neticesinde gerçekleşen cinayetin takipçiliğini bütün duyarlı insanlar sürdürmekte.

Tunus gençliği devrimine sahip çıkıyor!

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Tunus… Diplomalı işsiz genç… Kendisini öldürdü… Bu kelime öbeklerini duyan ya da gören herkesin aklına ilk olarak Mohamed Bouazizi gelmekte. 17 Aralık 2010’da kendisini yakan, ülkesinde ve Arap coğrafyasında devrimci bir sürecin fitilini ateşleyen, Tunuslu diplomalı işsiz… Aradan geçen beş senede iş, ekmek, özgürlük ve onurlu bir yaşam talepleriyle sokağa dökülen kitleler diktatör Bin Ali’yi devirdi ama rejimini tamamen yerle bir edemedi. Tunus burjuvazisi ve emperyalizm, bölge halklarına yeteri kadar “kötü örnek” olan Tunuslu kitlelerin seferberliğini kontrol altına alabilmek ve ülkede bir nebze olsun istikrarı sağlayabilmek adına olanca gücüyle sürece müdahale etti, etmeye de devam edecek. Bu müdahalelerin hepsinin arka planını devrimin demokratik kazanımlarına (örgütlenme, ifade özgürlüğü, vb.) elden geldiğince saldırmadan rejimi ayakta tutmak (ki reformist solun önemli bir kesimi de Bin Ali’yi devirdik, eve dönebiliriz diyerek bu politikaya yedeklenmişti), neoliberal politikaları sürdürmek, yani kitlelerin iş ve ekmek taleplerini görmezden gelmek oluşturuyor. Hal böyle olunca da “istikrarı sağlamak” düşünülenden daha zor oluyor, hatta ekonomik ve sosyal çöküş derinleşiyor. Bunun son örneği ise Ridha Yahyaoui’nin ateşlediği yeni fitil.

Tunísia: A juventude defende sua revolução

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Tunisia… Um jovem com curso superior num protesto… se matou… Os que escutam estas palavras logo em seguida lembram de Mohammad Bouazizi, um jovem também formado na Universidade que se pôs fogo num protesto em 17 de dezembro de 2010, convertendo-se no estopim da revolução tanto em seu país, como em toda região árabe… As massas que saíram às ruas reivindicando trabalho, pão e liberdade conquistaram a queda do ditador Ben Ali, mas não puderam acabar com todo o regime ditatorial. A burguesia tunisiana e o imperialismo, para poder controlar a mobilização das massas tunisianas que foi um “mal exemplo” para os povos da região, e para poder estabilizar minimamente a situação política, interviram com toda sua força no processo revolucionário, e seguem fazendo isso.

O objetivo de sua intervenção foi, sem mexer muito nas conquistas democráticas (liberdade de expressão, de organização, etc.), salvaguardar o regime (na verdade, uma parte importante da esquerda tunisiana se juntou a esta política pensando que já era hora de voltar pras casas uma vez que Ben Ali estava destituído), seguir com as políticas neoliberais, fazer esquecer as reivindicações de trabalho e pão das massas. Uma vez que o processo estava canalizado neste rumo, “reconstituir a estabilidade” tem sido muito mais difícil do que se pensava, nem tampouco foi possível conter o aprofundamento da crise econômica e social. A última prova desta realidade é a nova faísca acendida por Ridha Yahyaoui.

Ridha Yahyaoui

Um jovem formado desempregado de 28 anos, Ridha Yahyaoui, se suicidou em 16 de janeiro na cidade de Kasserine com eletricidade, subindo numa torre de energia enquanto havia uma concentração de ato contra o desemprego é o empobrecimento. Esse fato levou centenas de jovens, principalmente formados sem emprego, a irem pra rua com as consignas “trabalho, pão, liberdade e uma vida digna”, montando barricadas nas ruas e protegendo-se com pedras contra as forças de segurança que tentavam reprimi-los brutalmente com gás lacrimogêneo. A partir de então, as manifestações se propagaram a outras partes do país com enfrentamentos com a polícia, nos quais 240 ativistas e 70 policiais saíram feridos. No momento em que escrevemos este informe, as manifestações, de diferentes proporções, seguem em 16 cidades do país. A vanguarda das mobilizações são como em 2011, jovens com curso superior e sem emprego.

Colapso social e econômico

Não é por acaso que as mobilizações começaram onde começaram e que os jovens formados e desempregados estiveram à frente. Algumas estatísticas nos ajudam a entender isso: segundo números oficiais o desemprego atual na Tunísia é de 15,3%. Esta cifra em zonas do interior ou do oeste do país onde se encontram cidades como Kasserine, Sidi Bu Zeyd, Kef e Gafsa, sobe para 25%. É importante lembrar que estas cidades foram os principais centros da revolução que começou em 2011. Quando analisamos os jovens graduados e sem emprego, os números mencionados acima dobram: a média no país é de 30%, e nas áreas do interior e oeste de 50%. Nas cidades citadas, quase metade da população busca sobreviver com 2 dólares (4 dinares tunisianos) por dia. Segundo as estatísticas de 2011 a 2015, o poder aquisitivo das classes médias diminuiu 40%. Todos estes dados explicam suficientemente porque os jovens tunisianos voltam mais uma vez às ruas gritando “a revolução fizemos nós, mas não podemos viver”.

Pra onde vai?

Neste momento, a questão principal é até onde vai se dirigir o desespero frente à pobreza e ao desemprego, que está se transformando em raiva. O partido no poder, Nida Túnez, junto com sua crise interna, está perdendo legitimidade perante as massas. Com a extensão das mobilizações para todas partes do país, o governo se viu em perigo e em 22 de janeiro declarou o “estado de exceção” e toque de recolher entre 22:00 e 05:00 em todo país. Apesar da repressão das forças de segurança contra os manifestantes, as mobilizações continuam, sobretudo no interior.

Por outro lado, enquanto o governo tenta apaziguar a ira das massas, suas “soluções” rebuscadas são cada vez mais inúteis e torpes. Depois de uma declaração oficial de que ia empregar 5 mil jovens pelo Estado, apenas 4 horas mais tarde, em outra declaração, o governo manifestou que a promessa foi fruto de um “mal entendido” e que não existia tal oferta. O próprio Ben Ali também tinha tantão salvar sua pele prometendo 35 mil postos de trabalho diante das manifestações que sacudiram toda a Tunísia. Agora, o governo atual jura que vai proceder melhorias econômicas e sociais, mas que não tem a “varinha mágica” nas suas mãos e que a população tem que ser “um pouco paciente”.

Mas as massas não tem mais a confiança na retórica do governo, nem paciência frente às míseras condições de vida… E já é hora de que principalmente a Frente Popular, onde grande parte da esquerda está organizada, dê fim à sua política reformista de se identificar com a defesa das conquistas democráticas, e que se reoriente de acordo com as exigências que vem desde as massas que pedem uma mudança social e econômica radical. Isto é uma questão de ser ou não ser para a Frente. Da mesma forma, a União Geral dos Trabalhadores Tunisianos (UGTT) tem que tomar parte da luta, colocando em marcha um plano de ação urgente – que tem que incluir uma possível greve geral -, para a criação de postos de trabalho e aumento de salários, com o objetivo de fortalecer a luta. É de importância vital a pressão das bases da UGTT sobre sua direção burocrática para mobilizar o sindicato.

Por sua vez, as massas em mobilização tratam de construir seus próprios organismos de luta. Em Kasrin, criaram uma assembleia popular, e em Kef, um comitê de auto-defesa. Será determinante a criação e centralização deste tipo de organismo na coordenação das lutas. Evidentemente, a esquerda tunisiana tem uma responsabilidade muito grande no processo. À medida em que a esquerda revolucionária tunisiana elabore um program de ação pela transformação econômica e social do país, e fazendo com que ele seja próprio das manifestações, coordenando os organismos que as massas criem, as lutas terão mais possibilidades de êxito rumo a uma mudança radical. Pois as massas trabalhadoras ainda querem aniquilar o regime repressivo e neoliberal, e a juventude defende sua revolução…

Não ao estado de exceção e toques de recolher!

Por trabalho, pão, liberdade e uma vida digna!

Não ao pagamento da dívida externa! Que esse dinheiro seja investido em criação de emprego, aumento de salários e nas áreas sociais, saúde e educação.

Não às privatizações! Nacionalização sem indenização das empresas privadas.

O povo quer mudar o regime! Por um governo dos trabalhadores e do povo!

La juventud tunecina defiende su revolución

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Túnez… El joven diplomado en paro… Se mató… Los que escuchan estas palabras enseguida recuerdan a Mohammad Bouazizi, el joven diplomado en paro que se prendió en fuego el 17 de diciembre de 2010 convirtiéndose en la mecha de la revolución tanto en su país como en toda la geografía árabe… Entonces las masas que salieron a la calle reivindicando trabajo, pan y libertad lograron derrumbar al dictador, Ben Ali, pero no pudieron acabar con todo el régimen dictatorial. La burguesía tunecina y el imperialismo, para poder controlar la movilización de las masas tunecinas que fue un “mal ejemplo” para los pueblos de la región, y para poder estabilizar mínimamente la situación política, intervinieron con toda su fuerza en el proceso revolucionario, y siguen haciéndolo.

El objetivo de su intervención fue, sin tocar mucho las conquistas democráticas (libertad de expresión, de organización, etc.), salvaguardar el régimen (de hecho una parte importante de la izquierda tunecina se acopló a este política pensando que ya era hora de volver a casa una vez que Ben Ali estaba destituido), seguir con las políticas neoliberales, hacer olvidar las reivindicación de trabajo y pan de las masas. Una vez el proceso estaba canalizado en ese rumbo, “reconstituir la estabilidad” ha sido mucha más difícil de lo que se pensaba, ni tampoco ha sido posible parar la profundización de la crisis económica y social. La última prueba de esta realidad es la nueva mecha que incendió Ridha Yahyaoui.

Ridha Yahyaoui…

Un joven parado diplomado de 28 años, Ridha Yahyaoui, se suicidó el 16 de enero en la ciudad de Kasserine con electricidad subiendo a un torre de eléctrica mientras había una concentración de protesto contra el desempleo y el empobrecimiento. A partir de ello cientos de jóvenes sobre todo parados diplomados salieron a la calle con las consignas de “trabajo, pan, libertad y una vida digna” montando barricadas en las calles y protegiéndose con piedras contra las fuerzas de seguridad que les intentaban reprimir brutalmente con gas lacrimógeno. A partir de entonces las manifestaciones se propagaron a otras partes del país con confrontaciones con la policía en las que 240 activistas y 70 policías quedaron heridos. En el momento de redactar este informe, las manifestaciones de diferentes proporciones siguen en 16 ciudades del país. La vanguardia de las movilizaciones son como en el 2011 los jóvenes diplomados en paro.

Colapso social y económico

No es por casualidad que las movilizaciones empezaran donde empezaron y que los jóvenes diplomados en paro estuvieran a la cabeza. Un par de estadísticas nos ayudan a entender eso: según las cifras oficiales el paro actual en Túnez es de un 15,3%. Esta cifra en zonas interiores y del oeste donde se hallan ciudades como Kasserine, Sidi Bu Zeyd, Kef y Gafsa sube hasta un 25%. Recordémoslo: Estas ciudades fueron los principales centro de la revolución que empezó en 2011. Respecto a los jóvenes diplomados en paro, las cifras mencionadas arriba se doblan: ¡el promedio en el país es de un 30%, y en las zonas interiores y del oeste de un 50%! En las ciudades citadas, casi la mitad de la población intenta sobrevivir con 2 dólares (4 dinares tunecinos) al día. Según las estadísticas de entre 2011 y 2015, el poder adquisitivo de las clases medias bajó un 40%. Todos estos datos explica suficientemente por qué los jóvenes tunecinos retoman las calles una vez más gritando “la revolución la hicimos nosotros, pero no podemos vivir”.

¿Hacia dónde?

En este momento la cuestión principal es hacía dónde va a dirigirse la desesperación ante la pobreza y desempleo, que está convirtiéndose en rabia. El partido en el poder, Nida Túnez, junto con su crisis interna, está perdiendo su legitimidad ante las masas. Con la extensión de las movilizaciones en todas partes del país el Gobierno se encontró en peligro y el 22 de enero declaró el “estado de excepción” y toque de queda entre 22:00 y 05:00 horas en todo el país. A pesar de la represión de las fuerzas de seguridad contra las manifestantes, las movilizaciones continúan sobre todo en las zonas interiores.

Por otra parte, mientras el Gobierno trata de apaciguar el enfado de las masas, sus “soluciones” rebuscadas son cada vez más inútiles y torpes. Después de una declaración oficial de que se va a emplear 5.000 jóvenes por el Estado, solo 4 horas más tarde en otra declaración se manifestó que la promesa fue fruto de un “mal entendimiento” y que no existía tal oferta. Recordemos también que Ben Ali había tratado de salvar el pellejo prometiendo 35.000 puestos de trabajo ante las manifestaciones que sacudía todo Túnez. Ahora el Gobierno actual jura que va a proceder mejorías económicas y sociales, pero que no tiene la “varita mágica” en sus manos y que la gente tiene que ser “un poco paciente”.

Sin embargo las masas no tienen ya confianza en la retórica del Gobierno, ni paciencia ante las condiciones míseras de vida… Y ya es hora de que principalmente el Frente Popular, donde la gran parte de la izquierda está organizada, acabara con su política reformista de identificarse con la defensa de las conquistas democráticas, y que se reoriente según las exigencias que vienen desde las masas que piden un radical cambio social y económico. Esto, además, es una cuestión de ser o no ser para el Frente. De la misma manera la Unión General de los Trabajadores Tunecinos (UGTT) tiene que tomar parte en la lucha poniendo en marcha un plan de acción urgente –que tiene que incluir una posible huelga general- para la creación de puestos de trabajo y la subida de los salarios, con el fin de fortalecer las luchas. Es de importancia vital la presión de las bases de UGTT sobre su dirección burocrática para movilizar al sindicato.

Por otra parte las masas en movilización tratan de construir sus propios organismos de lucha. En Kasrin fundaron una asamblea popular, y en Kef, un comité de autodefensa. Será determinante la creación y centralización de este tipo de organismos en la coordinación las luchas. Evidentemente la izquierda tunecina tiene una responsabilidad muy grande en el proceso. A medida que la izquierda revolucionaria tunecina elabore un programa de acción por la transformación económica y social del país, y haciéndolo propio de las movilizaciones, coordinando los organismos que las masas crean, las luchas tendrán más posibilidades de éxito hacia un cambio radical. Pues, las masas trabajadoras aún quieren aniquilar el régimen represivo y neoliberal, y la juventud defiende su revolución…

¡No al estado de excepción y toques de queda!

¡Por Trabajo, pan, libertad y una vida digna!

¡No al pago de la deuda externa! Su inversión en la creación de trabajo, en subida de salarios y en los servicios sociales, salud y enseñanza.

¡No a las privatizaciones! Nacionalización sin indemnización de las empresas privatizadas.

¡El pueblo quiere cambiar el régimen! ¡Por un Gobierno de los trabajadores y popular!

الشباب التونسي يدافع عن ثورته

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تونس… الشاب الجامعي العاطل عن العمل… انتحر… كل من يسمع هذه الكلمات يدرك فورا انه بوعزيزي، هو الشاب صاحب الشهادة الجامعية الذي احرق نفسه يوم 17 ديسمبر 2010 واصبح بذلك شرارة الثورة في بلده وفي البلاد العربية ايضا. خرجت عامة الناس الى الشوارع تطالب بالخبز والعمل والحرية واستطاعت اسقاط  الدكتاتور بن علي ولكن لم يستطيعوا اسقاط كافة نظام الدكتاتوري. لقد وضعت البرجوازية التونسية والامبريالية ولا تزال كل ما تملك من قوة لكي تسيطر على انتفاضة الجماهير التي قالوا انها “مثال سيء لشعوب المنطقة”. كان هدف هذا التدخل هو الحفاظ على النظام ولكن دون المساس بحرية التعبير او بحرية النتظيم… وبالفعل رأينا كيف عاد واندمج عدد كبير من اليساررين التونسيين الى هذه السياسة، معتقدين وجوب العودة الى الوطن طالما اطيح ببن علي. كان الهدف الرئيسي لتدخل البرجوازية التونسية هو العمل على اجبار الجماهير على التخلي عن المطالبة بالخبز وبفرص العمل. كانت عملية اعادة الهدوء للاوضاع اكثر صعوبة من المتوقع ولم تتقلص الهوة الشاسعة بين شطري المجتمع ولم يكن هناك اي تغيير او تحسن في الازمة الاقتصادية، واخر دليل على هذا الواقع هو الفتيل الجديد الذي اشعله رضى يحياوي.

رضى يحياوي…   

شاب عمره 28  عام عاطل عن العمل ذو شهادة جامعية، انتحر في 16 يناير في مدينة قاسرين، متسلقا على برج للتيار الكهربائي العالي خلال اعتصام للاعتراض على الفقر وغياب فرص العمل. انطلقت مئات الشباب العاطلة عن العمل حاملة شعار ” الشغل، الخبز، الحرية وحياة كريمة ” وأقاموا الحواجز في الشوارع لحماية انفسهم من بطش قوى الامن التي اطلقت عليهم الغاز المسيل للدموع. انتشرت المظاهرات بعد ذلك الى مناطق اخرى من البلاد واصتدمت الجماهير مع قوات الامن حيث جرح 240 ناشط و 70 شرطي. وفي هذه اللحظة التي نكتب بها هذا التقرير لا تزال هناك المظاهرات قائمة في 16 مدينة. وطليعة هذه المظاهرات كما في 2011 هي الشباب المؤهل الجامعي العاطل عن العمل.

اختناق اجتماعي واقتصادي

الشاب محمد

لم يكن عن طريق الصدفة ان تتحرك الجماهير في المكان الذي تحركت به وان يكون الشباب المؤهل والعاطل عن العمل في مقدمة هذه الجماهير. ستساعداننا احصائيتان لفهم ذلك: الارقام الرسمية للبطالة في تونس تقول ان هناك 15,3 % من البطالة فقط. هذا الرقم يرتفع الى 25% في المناطق الداخلية والغربية حيث تتواجد مدن مثل قاسرين وسيدي بو زيد، قيف و جافسا.  كانت هذه المدن المركز الرئيسي وقلب الثورة التي اندلعت في 2011 . تضاعفت نسبة البطالة بين الشباب المؤهلة لتصل الى 30% في البلاد. وفي المنادق الداخلية والغربية  في المدن المذكورة وصلت البطالة الى 50%  حيث ان نصف السكان تحاول البقاء على قيد الحياة ب 2 دولار فقط يوميا. وحسب احصائييات ما بين 2011 و 2015 انخفضت القوة الشرائية للطبقة المتوسطة الى 40%. كل هذه المعطيات والارقام تشرح وبكفاية لماذا انطلق الشباب التونسي الى الشوارع مناديا ” نحن من قمنا بالثورة ونحن من لا نستطيع الحياة “.

الى اين؟

القضية الرئيسية الان هي: الى اين يتوجه اليأس الذي تسببه البطالة والفقر والذي تحول الى  غضب؟. يفقد حزب نداء تونس  الحاكم شرعيته امام الجماهير. نظرا الى الحراك الشعبي المتصاعد في انحاء البلاد، وجدت الحكومة نفسها في خطر واضطرت في 22 يناير الى اعلان حالة الطوارء وحظر التجول ما بين العاشرة مساءا والخامسة صباحا في جميع انحاء البلاد. وبالرغم من وحشية قمع الشرطة للمتظاهرين، لم تتوقف المظاهرات وخاصة في المناطق الداخلية.

وبينما تحاول الحكومة امتصاص الغضب الشعبي، نجدها تتخبط بحلول عشوائية  ومتلكئة وغير مفيدة. بعد ان اعلنت الحكومة رسميا عن خلق 5.000 وظيفة للشباب، لم تتأخر الا 4 ساعات لتعتذر وتقول انه كان هناك سوء فهم للاعلان الاول، اي لا وجود له.

والجدير بالذكر الان ان بن علي، في محاولة للحفاظ على منصبه امام المظاهرات التي عمت البلاد، وعد ايضا بخلق 35.000 وظيفة. والحكومة الحالية الان اقسمت  توفير تحسينات اقتصادية واجتماعية ولكنها تذرعت بأنها لا تملك “العصاة السحرية “وان على الناس ان “تتحمل وتصبر قليلا” ولكن لم تعد الجماهير تثق بسخرية الحكومة منها ولم تعد تتحمل هذه الظروف المعيشية القاسية…

والان هو الوقت الذي يحتم  بشكل رئيسي على الجبهة الشعببية حيث تتواجد القوى اليسارية المنظمة ان ُتعرف بدفاعها عن المكتسبات الديموقراطية وتقوم بالسياسات التصليحية وتتجه تبعا لمطالب الجماهير التي تطالب بتغيرات جذرية اجتماعية واقتصادية. وهذا يعتبر حتما قضية وجود او لا وجود للجبهة الشعبية. وبنفس الاسلوب على الاتحاد العام للعمال التونسي     UGTT)) ان يأخذ مكانه وموقفه الطبيعي في الصراع متخذا خطة فعالة ملحة داعيا الى اضراب عام للمطالبة بالشغل و برفع الرواتب لدعم وتقوية صراع العمال. ومن الضرورة الملحة ان تضغط قاعدة الاتحاد العام للعمال على اداراتها البيروقراطية لتحريك النقابات وتفعيلها.

نجد من جهة اخرى كيف تتحرك الجماهير لبناء تنظيمات ذاتية للكفاح. اسسوا في مدينة “كيف” ادارة الدفاع الذاتية. ومركزية هكذا نوع من التنظيمات شيء اساسي للتنسيق في مسيرة الكفاح. وطبيعيا ان يكون لليسار التونسي المسؤولية الكبرى في التغيير. وطالما يطرح اليسار التونسي الثوري برامج لتغيير اقتصادي واجتماعي نابعا من صميم الحراك الشعبي المنسق من قبل الادارات المنبثقة من الجماهير، ستكون احتمالات النجاح في التغيير الجذري كبيرة. لا تزال القوى العمالية تريد القضاء على النظام القهري النيوليبرالي وسيبقى الشباب يدافعون عن ثورتهم…

لا لحالة الطوارىء وحظر التجول

من اجل الخبز والعمل والحرية والعيش الكريم

لا لدفع الديون الخارجية! الاستثمار هو رفع الرواتب وتحسين الخدمات الاجتماعية والصحية والتعليم وتوفير العمل.

لا الى القطاع الخاص! تأميم بلا تعويض للشركات الخاصة.

الشعب يريد تغيير النظام ليأتي بحكومة شعبية للعمال!

La jeunesse tunisienne défend sa révolution

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Tunis … Le jeune diplômé au chômage … s’est suicidé … Ceux qui écoutent ces mots se souviennent alors de Mohammad Bouazizi, le jeune chômeur diplômé qui s’était immolé par le feu le 17 décembre 2010, étincelle de la révolution dans son pays et dans toute la géographie arabe … Alors les masses populaires sont descendues dans la rue en revendiquant travail, pain et liberté, réussissant ainsi à faire tomber le dictateur  Ben Ali, sans toutefois pouvoir mettre un terme aux pratiques dictatoriales. La bourgeoisie tunisienne et l’impérialisme sont intervenus de toute leur force dans le processus révolutionnaire et continuent de le faire. Leur but est de contrôler la mobilisation des masses tunisiennes, qui est devenue un “mauvais exemple” pour les peuples de la région, et stabiliser au minimum la situation politique. Ils prétendaient, sans remettre réellement en question les conquêtes démocratiques (liberté d’expression, d’organisation, etc.), sauvegarder le régime (en fait une partie importante de la gauche tunisienne s’est amarrée à cette politique, pensant qu’il était encore temps de rentrer chez elle après la destitution de Ben Ali), poursuivre les politiques néolibérales, faire oublier les revendications de pain et de travail des masses populaires. Une fois le processus orienté dans cette direction, “reconstituer la stabilité” s’est avéré beaucoup plus difficile qu’ils ne l’avaient pensé. Il n’a pas non plus été possible d’empêcher la crise économique et sociale de s’aggraver. La dernière démonstration de cette réalité, c’est la nouvelle mèche que Ridha Yahyaoui a allumée.

Ridha Yahyaoui…

Un jeune chômeur diplômé de 28 ans, Ridha Yahyaoui, s’est suicidé le 16 janvier dans la ville de Kasrin en s’électrocutant après être monté sur une tour électrique lors d’une concentration de protestation contre le chômage et l’appauvrissement. Aussitôt après, des centaines de jeunes, surtout des chômeurs diplômés, sont descendus dans la rue revendiquant “du travail, du pain, la liberté et une vie digne” en élevant des barricades dans les rues et en se défendant à l’aide de pierres contre les forces de sécurité qui ont essayé de réprimer brutalement les mobilisations avec du gaz lacrymogène. À partir de ce moment-là, les manifestations se sont étendues à d’autres parties du pays provoquant des affrontements avec la police durant lesquels il a été dénombré 240 activistes et 70 policiers blessés. Au moment de rédiger cet article, les manifestations, avec des proportions différentes, se poursuivent dans 16 villes du pays. L’avant-garde des mobilisations, c’est le collectif des jeunes chômeurs diplômés, comme en 2011.
Effondrement social et économique

Ce n’est pas un hasard si les mobilisations ont commencé dans ces régions et si les jeunes chômeurs diplômés sont à la tête des manifestations. Deux statistiques éclairent cette situation: selon les chiffres officiels le taux de chômage actuel en Tunisie est de 15,3 %. Ce chiffre dans des zones de l’intérieur et de l’ouest où se trouvent des villes comme Kasrin, Sidi Bu Zeyd, Kef et Gafsa atteint 25 %. Rappelons-le: ces villes sont le centre principal de la révolution de 2011. Par rapport aux jeunes chômeurs diplômés, les chiffres mentionnés plus haut doublent : le taux moyen de chômage dans le pays est de 30 %, et dans les zones de l’intérieur et de l’ouest, il est de 50 % ! Dans les villes citées, presque la moitié de la population essaie de survivre avec deux dollars (quatre dinars tunisiens) par jour. Selon les statistiques,  au cours de la période 2011 – 2015, le pouvoir d’achat des classes moyennes a chuté de 40 %. Toutes ces données expliquent suffisamment pourquoi les jeunes tunisiens reprennent les rues, encore une fois, en criant “la révolution nous l’avons faite, mais nous ne pouvons pas vivre”.
Où va la Tunisie?

En ce moment, la question principale est de savoir quelle direction prendra ce désespoir face à la pauvreté et au chômage, désespoir qui se transformera en rage. Le parti politique au pouvoir Nida Tunis, avec sa crise interne, perd sa légitimité devant les masses. Avec l’étendue des mobilisations partout dans le pays, le gouvernement s’est retrouvé en danger et le 22 janvier a déclaré le “régime d’exception” et mis en place un couvre-feu entre 22 :00 et 05 :00 dans tout le pays. Malgré la répression des forces de sécurité contre les manifestants, les mobilisations continuent surtout dans les zones de l’intérieur.
Par ailleurs, en attendant, le gouvernement essaie d’apaiser l’irritation des masses mais les “solutions” recherchées sont de plus en plus inutiles et maladroites. Après une déclaration officielle annonçant que l’état embauchera 5.000 jeunes, seulement quatre heures plus tard, dans une autre déclaration, le gouvernement a expliqué que cette promesse avait été le fruit d’une “mauvaise compréhension” et qu’une telle offre n’existait pas. Rappelons aussi que Ben Ali avait essayé de sauver sa peau en promettant 35.000 postes de travail devant les manifestations qui secouaient tout Tunis. Maintenant, le gouvernement actuel jure qu’il va procéder à des améliorations économiques et sociales, mais aussi qu’il n’a pas la “baguette magique” entre ses mains et que les gens doivent être “un peu patients”.
Cependant, les masses n’ont aucune confiance en la rhétorique du gouvernement, pas plus qu’ils n’ont de patience face aux conditions misérables de vie…Il faut que, surtout, le Front Populaire, où la plus grande partie de la gauche est organisée, en finisse avec sa politique réformiste focalisé sur la défense des conquêtes démocratiques, et qu’il se  réoriente vers les exigences des masses qui demandent un changement radical social et économique. En outre, c’est une question cruciale pour le Front même. De la même façon, l’Union Générale des Travailleurs Tunisiens (UGTT) doit participer à la lutte en mettant en œuvre un plan d’action urgente – qui doit aussi inclure une possible grève générale – pour la création de postes de travail et la hausse des salaires, afin de fortifier les luttes. Il est d’une importance vitale que les bases d’UGTT fassent pression sur leur direction bureaucratique pour mobiliser le syndicat.
Par ailleurs, les masses mobilisées essaient de construire leurs propres organismes de lutte. À Kasrin, elles ont crée une assemblée populaire et à Kef un comité d’auto-défense. La création et la centralisation de ce type d’organismes seront déterminantes pour la coordination les luttes. Évidemment, la gauche tunisienne a une très grande responsabilité dans le processus. Si la gauche révolutionnaire tunisienne élabore un programme d’action pour la transformation économique et sociale du pays, à mesure que les mobilisations s’en approprient en coordonnant les organismes créés par les masses, les luttes auront plus de chances de réussir dans la voie vers un changement radical. Ceci donc, si les masses travailleuses veulent annihiler le régime répressif et néolibéral.

Non au régime d’exception et de couvre-feux !

Pour le Travail, le pain, la liberté et une vie digne !

Non au paiement de la dette externe ! Son investissement dans la création de travail, dans la hausse des salaires et dans les services sociaux, de la santé et l’enseignement.

Non aux privatisations ! Une nationalisation sans indemnisation des entreprises privatisées.

Le peuple veut changer le régime ! Pour un Gouvernement des travailleurs et populaire !

Güney Kürdistan’da Barzani’nin suyu ısınıyor

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IŞİD, Ortadoğu’da ve tüm dünyada bir tehdit unsuru olmaya devam ederken, aynı zamanda egemenlerin baskıcı politikaları için bir ”gerekçe” haline geldi. Irak Kürdistan Bölgesel Yönetimi’nde ise IŞİD tehdidi, seçim süresi dolan Barzani’nin görev süresini keyfi olarak uzatmasının bir bahanesi haline gelmiş durumda.

Kadınlar yaşamak istiyor!

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20 Ocak 2016 tarihinde, Kadın Cinayetlerini Durduracağız Platformu’nun çağrısı üzerine, Kadıköy’deki Eminönü İskelesi önünde düzenlenen eyleme pek çok kadın katıldı. “Kadınlar yaşamak istiyor!” şiarından yola çıkılarak gerçekleştirilen eylemde, geçtiğimiz 2015 yılı içerisinde 303 kadının katledilmesine, bugün Kürt illerinde süre gelen devlet şiddetti sebebi ile 75 kadının hayatını kaybetmesine ve Diyanet’in kız çocuklarını hedef gösteren kadın düşmanı açıklamalarına vurgu yapıldı.

Eylem süresince katledilen kadınlar anılarak katillerin kravat taktıkları, “pişman” oldukları, “tutku derecesinde sevdikleri” ve “erkekliklerine laf geldiği” için “hak ettikleri” iyi hal, aşırı sevgi ve haksız tahrik indirimlerine tepki gösterildi. Uygulanan indirimlerin, cezaların caydırıcılığını ortadan kaldırdığı belirtildi. Dolayısıyla kadın katillerine hiçbir şekilde indirim uygulanmamasına yönelik öne sürülen talep bir kez daha yinelendi. Dava takiplerinin, kadın katillerinin indirimler ile adeta “ödüllendirilmeleri”nin önünde geçtiği dolayısıyla bu noktada örülen dayanışmanın ne kadar önemli olduğu ifade edildi.

Kürt illerinde günlerden beri süregelen savaş koşulları sebebi ile pek çok sivilin hayatını kaybettiği dile getirildi. Yaşama hakkının askıya alındığı ve şiddetin normalleştiği bölgede 75 kadının hayatını kaybettiği ve savaş ve şiddet ortamının kadın cinayetlerini arttırdığı belirtildi. Savaşa son verilmedikçe sayısının 75 ile sınırlı kalmayacağı vurgulandı.

Diyanet’in “babanın öz kızına şehvet duyabileceği” yönünde yaptığı kadın düşmanı açıklamaların kadınlara yönelik uygulanan şiddeti teşvik edici nitelikte olduğu ve bu tür fetvalardan vazgeçilmesi gerektiği ifade edilerek, Aile ve Sosyal Politikalar Bakanlığı’nın Diyanet’in açıklamalarını arka çıkan tavrı eleştirildi.

Son olarak; kadın cinayeti davalarının takipçisi olmaya devam edeceklerine değinen kadınlar, başta yaşama hakkı olmak üzere her türlü demokratik ve sosyal hakları için mücadele etmeye ve kadın düşmanı her çeşit uygulamanın karşısında yer alarak bu mücadeleyi büyütmeye devam edeceklerini vurguladı.

Okur Mektupları – Ocak 2016

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Büro: Düşüncede olduğu kadar eylemde de birlik olunmalı!

Merhaba, ben 8 yıla yakın süredir genellikle inşaat ve hizmet sektörlerinde çalışmış bir işçiyim. Son 1 yıla yakın süredir ise hukuk bürosunda icra takip memurluğu yapmaktaydım. Yaptığım iş telefonda tahsilat yapmak ve icra dosyalarının takibini sağlamak. Yani banka kredisi ya da kredi kartı kullanmış fakat borcunu ödeyememiş borçluların hukuki süreçlerinde onları telefonla arayarak borçlarını ödetmeye çalışmaktayım.

Nurten Atmaca davasında “erteleme” kararı

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İstanbul’in Esenyurt ilçesinde çalışan Nurten Atmaca, barışma teklifini reddettiği için eski eşi Mustafa Esersin tarafından 28 Aralık 2014 tarihinde işyerinde bıçaklanmış ve hayatını kaybetmişti. Cinayetin ardından “Bir anlık sinirle bıçağı salladım.” sözleriyle kendisini savunan Esersin’in kasten adam öldürme suçundan müebbet hapis cezası ile cezalandırılması talep edilmişti.

19 Ocak 2016 tarihinde Bakırköy 16. Ağır Ceza Mahkemesi’nde, davanın 6. celsesi görüldü ve mahkeme, Esersin’in “şizofren olduğu ve o anda akli dengesinin yerinde olmadığı” iddiası üzerine gerekli araştırmanın yapılması için duruşmayı mart ayına erteledi.

Duruşmanın ardından “Kadın Cinayetlerini Durduracağız Platformu” adliyenin önünde bir basın açıklaması gerçekleştirdi. Açıklamada, 2015 yılı içerisinde Nurten Atmaca gibi 302 kadının daha katledildiğine ve katillerin sırf kravat taktıkları yahut da mahkeme esnasında “saygılı” tavırlar takındıkları için iyi hal indirimlerinden yararlandıklarına vurgu yapıldı. İndirimlerin, katiller tarafından çok iyi bilindiğine dolayısıyla uygulamaların, cinayetlerin önünü açtığına değinildi. Kadın cinayetlerinde indirimler uygulanmaya devam edildikçe kadınların öldürülmeye devam edileceği ifade edildi. Kadın katillerinin hiçbir şekilde, herhangi bir indirimden faydalanmamalarına yönelik talep bir kez daha dile getirildi. Son olarak ise 20 Ocak tarihinde Kadıköy’de Diyanet’in yaptığı son açıklamalara tepki göstermek, geçtiğimiz sene içerisinde katledilen 303 kadının hesabını sormak ve bugün Kürt illerinde 75 kadının hayatını kaybettiği savaş koşullarına dikkat çekmek için “Kadınlar yaşamak istiyor!” şiarından yola çıkılarak gerçekleştirilecek olan eyleme çağrı yapıldı.

Basın açıklamasının ardından söz alan Atmaca ailesinin avukatı Neslihan Özer Yıldız ise Mustafa Esersin’in şizofren olduğuna yönelik iddiaların gerçek dışı olduğunu savundu ve “Bu kоnudа dа оlаy örgüsü, sаnığın аkli dеngеsi yеrindе оlduğunа işаrеt еtmеktеdir. Sоnucun bu dоsyа için sеvindirici оlаcаğı kаnааtindеyiz” dеdi.

Bizler de Kadın Dayanışması olarak Nurten Atmaca kardeşimiz dahil olmak üzere katledilen tüm kadınların davalarını sahipleniyoruz ve katillerin haksız tahrik yahut da iyi hal gibi indirimlerden faydalanmamaları, bu indirimler ile adeta “ödüllendirilmemeleri” için bizzat mahkeme salonlarında bulunarak davaları takip etmeye, yayın organlarımız ve sosyal medya aracılığıyla mücadeleyi yaygınlaştırmaya ve büyütmeye devam edeceğiz. Çünkü erkek yargıya karşı yürütülen mücadelenin ancak ve ancak tüm kadınların ortaya koyacağı birleşik mücadele ile kazanılacağına inanıyoruz.

Akademisyenlere dönük başlatılan ‘cadı avı’nın arkasında, muktedirin duyduğu derin korku yatıyor!

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Barış İçin Akademisyenler girişiminin 1128 akademisyenin imzasıyla yayımladığı “Bu suça ortak olmayacağız” bildirisinin ardından, Cumhurbaşkanı Erdoğan’ın imzacı akademisyenleri “hain”, “mandacı” ve “cahil” ilan etmesiyle birlikte, imzacı akademisyenlere dönük yoğun bir ‘cadı avı’ başlatılmış durumda. Erdoğan’ın akademisyenleri hedef göstermenin ardından önce YÖK metnin “terörü desteklediğini” belirtip akademisyenler için “gereğinin yapılacağını” açıkladı. Ardından iktidarın tetikçisi olarak hareket etmeye başlayan mafya lideri Sedat Peker, “oluk oluk kan akıtacaklarını” ve akademisyenlerin “akan kanlarında duş alacaklarını” duyurdu.

Sultanahmet katliamının sorumlusu hükümetin maceracı dış politikasıdır!

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12 Ocak günü saat 10.15’te Sultanahmet’teki canlı bomba saldırısı sonucunda 10 kişi öldü ve 15 kişi yaralandı. Sultan Ahmet Meydanı tarihteki en kanlı meydanlarından birisidir. Buna rağmen bu nitelikte bir saldırı Cumhuriyet tarihinden bu yana ilk kez yaşanırken saldırının IŞİD tarafından organize dildiğine de kesin gözüyle bakılıyor.

Karadolap mezhepçi politikalara ve doğudaki baskılara karşı sokakta

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Diyanetin yaptığı mezhepçi açıklamalar ve doğudaki sokağa çıkma yasaklarına karşı Karadolap Mahallesi’nde gürültü çıkarma eylemi yapıldı. Her gün saat 21:00’da Gülpa önünde buluşulup yürüyüşe geçiliyor.

AKP hükümetinin Kürt halkına dönük baskılarına son! Kürt halkının kendi kaderini tayin hakkını destekliyoruz!

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Cumhurbaşkanı Erdoğan ve AKP hükümetinin Kürt siyasi hareketiyle yürüttüğü “çözüm sürecini” 7 Haziran seçimleri öncesi rafa kaldırmasının ardından, iktidarın Kürt halkına dönük baskısı giderek yoğunlaşıyor. 20 Temmuz’da Kobani ile dayanışmak için yola çıkan devrimci gençlerin IŞİD militanı bir canlı bomba tarafından katledilmesini ve ardından PKK’nin yerel güçlerine atfedilen ve 2 polisin ölümüyle sonuçlanan bir silahlı eylemi bahane ederek savaş politikalarını yeniden tırmandıran siyasi iktidar, 1 Kasım seçimleri öncesinde, Kürt bölgelerinde uyguladığı politikalarla, Kürt halkını toplu cezalandırma yöntemlerine girişti.

Artık yeter! Ülkeyi yerle bir ettiniz, susun! Bırakın işçiler ve emekçiler konuşsun!

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İktidar her alanda kaşıkla verdiğini kepçeyle geri almaya devam ediyor!

Kürtlere çözüm sözü verildi. Tablo ortada… Her gün öldürülen Kürtler “çözüm” diye acımasız bir şekilde birer istatistik olarak gazete manşetlerinden ilan ediliyor. Dağda değil Meclis’te olana da cezaevi yolu gösteriliyor.

Türkiye-İsrail anlaşması: Köşeye sıkışmışlık ve ihanet

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Aralık ayının ortalarında İsrailli bir yetkilinin verdiği demeçlere göre Türkiye ile İsrail’in İsviçre’de anlaştığı ortaya çıktı. İsrail gazeteleri Haaretz ve YNet yaşanan gelişmeleri doğrularken, Haaretz’e konuşan İsrailli yetkili, Başbakan Netanyahu’nun Türkiye danışmanlarının Dışişleri Müsteşarı Feridun Sinirlioğlu ile İsviçre’de taslak bir anlaşmaya imza attığını söyledi.

Beşinci yıldönümünde Arap devrimci süreci

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2011 yılının Ocak ayında iş, ekmek, özgürlük ve onurlu bir yaşam talepleriyle Tunus’ta başlayan ve hızla Kuzey Afrika ve Ortadoğu coğrafyasının birçok ülkesine yayılan Arap devrimci süreci altıncı yılına girdi. Kitlelerin kendiliğinden seferberliği sonucu Tunus ve Mısır’da diktatörler devrilirken, Suriye gibi rejimin iktidarını korumak adına kendi halkına karşı başlattığı katliam girişimi mevcut iç savaş sürecinin doğmasına neden oldu. Bugün gelinen noktada ise, bu ülkelerde, gerek mevcut rejimlere gerek emperyalizme gerekse de karşıdevrimci odaklara karşı direniş sürmekte.

Mülteciler ve devrimciler

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2015 yılının en önemli politik olaylarının başında şüphesiz mülteci akını geldi. Bu olay İkinci Dünya Savaşı sonrasının en büyük göç dalgasını yaşayan Avrupa’nın hem Suriye politikasını hem de Rusya ve Türkiye ile olan ilişkilerini etkileyecek ve değiştirecek güce sahip. Bu göç dalgası öylesine büyüktü ki, her daim var olan mülteci sorunu bir anda gündeme oturdu.

Taşeron işçilik: Gerçekler ve yalanlar!

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İnşaat, Hizmet, Kamu, Turizm … Taşeron çalışmanın olmadığı sektör veya işyeri neredeyse kalmadı. Taşeron işçi sayısı resmi rakamlara göre 1,6 milyonun üstünde. Kayıt dışı çalışmayı da eklersek bu sayının da çok üstünde işçinin taşeron çalışmaya mahkûm edildiğini biliyoruz. İşçi sınıfı açısından taşeron çalışma maalesef bolca ölüm, güvencesizlik, esneklik ve sigortasızlık demek.

Dış politikada maceracılığa, Kürt illerinde askeri operasyonlara, işsizlik ve yoksulluğu derinleştiren neoliberal politikalara derhal son verilsin!

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89 günlük bir bebeğin gözünün hemen altından vurularak öldürülmesi, onu almaya giden dedesinin keskin nişancılarca katledilmesi ve buna benzer yüzlerce acı haber hangi işçinin çıkarına olabilir? Yaşanan dram öyle bir boyutta ki pek çok kimsenin dediği gibi sözün bittiği yerdeyiz. Öyle ki, acımızı anlatmak için gazetemizde bu ay hiçbir yazı yayınlamayıp yalnızca yok yere öldürülen masum ve yoksul kardeşlerimizin fotoğraflarını koysaydık, bildiğimiz tüm kelimelerden daha açıklayıcı olabilirdik.

Asgari ücret 2016: Milli sporumuz kepçe kürek

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Çalışma ve Sosyal Güvenlik Bakanı Süleyman Soylu, asgari ücretin 2016 Ocak ayından itibaren 1300 TL’ye çıkarıldığını açıkladı. Aybaşına oluşan 274 liralık ek yükün 110 lirasını, yani %40’ını devlet kendi kasasından verecek. Yani biriken vergilerimizle, kendi kendimize zam yaptık! Bakmayın ağladıklarına, patronlar yine mutlu mesut.

Peki, 1300 lira gerçekten %30 zam mı demek?

Tabii ki hayır! Hükümet kaşıkla verdiğini kepçeyle alıyor.

Hitler başkanlığı (!): Gaf mı, korku mu?

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Cumhurbaşkanı Erdoğan’ın başkanlık sistemine ilişkin olarak Hitler Almanya’sını örnek göstermesi dünyada ve Türkiye’de epey yankılandı. Erdoğan taraftarları mevcut gafı topralamak için, örneğin olumsuz olarak ortaya koyulduğunu ifade ederlerken haberlerden cümleyi silmeye başladılar.

Eyüp Karadolap emekçileri haykırıyor: Amed halkı yalnız değil!

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“Hiçbir hukuksal zemini olmayan ve Kürt halkına topyekün savaş açmayı ifade eden sokağa çıkma yasaklarının Kürt illerinde yarattığı sefalete dur demek ve Kürt halkı ile dayanışmak için! Kürt illerinde savaş sürerken, Batı’da adalet, barış ve demokrasi olamaz! Türk emekçilerini Kürt halkı ile dayanışma içerisinde olmaya çağırıyoruz” başlığıyla İnşaat-İş öncülüğünde sokağa çıkma yasaklarının devam ettiği illere temel ihtiyaç malzemelerinin gönderileceği bir kampanya çağrısı yapıldı.

Katliam sürüyor: Kürt illerindeki savaş sonlandırılmalıdır!

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İlk olarak 16 Ağustos’ta Varto’da uygulamaya konan ‘sokağa çıkma yasakları’ adı altındaki ablukalar, geçtiğimiz yılda yedi kentte 19 ilçede en az 253 gün hüküm sürdü, onlarca sivil öldürüldü. Halen Diyarbakır’ın Sur, Şırnak’ın Cizre ve Silopi ilçelerinde sokağa çıkmak yasak. Bugüne kadar 7 ilin 20 ilçesinde onlarca mahalleyi kapsayacak şekilde 56 kez ilan edilen sokağa çıkma yasaklarında toplamda çoğunluğu kadın ve çocuklardan oluşan 131 kişi devlet güçlerince katledildi.

Erkek adalete karşı davaların takipçisiyiz!

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Ankara 38. Asliye Ceza Mahkemesi, 14.01.2016 , Nazan Aydos

Ankara Cebeci’de yaşayan Nazan Aydos 23 Eylül 2014 günü eşiyle tartışmasının ardından balkondan düşmüştü; ölümüyle ilgili soruşturmada balkondan düşme görüntülerinin bulunduğu CD’yi savcı incelemesi için TÜBİTAK’a göndermiş; TÜBİTAK da “milli proje” yoğunluğu nedeniyle olumsuz yanıt vermişti. Erkek devletin kadın cinayetlerine yönelik tüm kurumları ile gösterdiği “erkek dayanışması” sürmeye devam ediyor.

SCA Yıldız’da grev

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DİSK’in TÜMKA-İŞ sendikasına bağlı Gebze’de bulunan SCA Yıldız’da grev başladı. Türkiye’nin önde gelen ped, çocuk bezi, ıslak mendil üreten ve Ülker’in de %50 hisse sahibi olduğu fabrikada TİS sürecindeki anlaşmazlık üzerine işçiler 9 Aralık günü grev kararı aldı.

Kahire 678 film gösterimi yapıldı

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Kadın Dayanışması olarak Kahire 678 film gösterimini geçtiğimiz günlerde gerçekleştirdik. Film sonrasında filmin arka planını, Arap devrimleri üzerinden değerlendirip kadın dayanışmasına vurgu yaparak tartıştık. Filmden bahsedecek olursak, toplumun farklı kesimlerinden cinsel tacize maruz kalmış 3 kadın ve buna karşı verdikleri mücadele üzerine kurulu olan filmin yönetmenliğini Mohamed Diab yapmaktadır. Gerçek bir hikâyeden yola çıkan, 2010 yapımı bu film çekildiği sırada cinsel taciz anayasada suç olarak kabul edilmiyordu. Filmi izlediğimizde, ilk taciz davasının 2009 senesinde Nelly adlı bir kadın tarafından açıldığını, davada tacizcinin 3 yıl hapis cezasına çarptırıldığını ve ancak davadan 1 yıl sonra cinsel tacizi suç olarak kabul eden yasanın yürürlüğe girdiğini öğreniyoruz. Ve ne yazık ki yasanın yürürlüğe girmesinin ardından dahi şikâyette bulunan çok az kadın olduğu söyleniyor.

Asgari ücret zammı ve kadın çalışanlar

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Kadın olarak güvenceli iş bulmak her dönem için zor iken, bu durum özellikle son dönemde daha da güç bir hal aldı. Zor iş bulma sürecinden sonra iş buldum diye düşünürsünüz fakat bu fazla sürmez. Çalışan fazlası olur işten atılırsınız, iş yeri kriz yaşar atılırsınız ve en esnek güvencesiz işlere doğru sürüklenirsiniz. İşe alım sürecinde bile kadınlar arasında ayrım yapılıyor. Yeni evli ya da hamile iseniz genellikle iş bulamıyorsunuz. Çünkü yeni evli çalışan kadınlar bir sene içerisinde işten ayrılır ise kıdem hakkını alabilir. Hamile ise izin günleri fazla olur diye tercih edilmiyor.

Fransa’da bölgesel seçimler ve Ulusal Cephe’nin yükselişi

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Geçtiğimiz ay, 13 Kasım Paris saldırılarının gölgesinde Fransız halkı, anakara ve denizaşırı topraklardaki yerel temsilcilerini seçmek için sandık başına gitti. Seçimin ilk turunun gerçekleştirildiği 6 Aralık gecesine, yabancı düşmanı söylemleriyle öne çıkan Ulusal Cephe’nin, 13 seçim bölgesinin 6’sında ve ülke genelinde birinci parti olması damga vurdu. Sandık çıkışı anketlerine göre yaklaşık %30 oy oranı elde eden bu aşırı sağ partinin başarısı, aslında beklenen bir şeydi. Yaklaşık iki yıldır yapılan hemen hemen tüm araştırmalarda Ulusal Cephe’nin ülkenin birinci politik gücü olduğu görülüyordu. Dahası, 13 Kasım saldırıları, vatansever ve yabancı karşıtı söylemlerinin karşılık bulmasında etkili oldu.

Türkiye, Fransa kadar şanslı olacak mı?

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İktidarın zincirleme başarı planları görece kısa bir zamanda “zincirleme başarısızlığa” dönüştü. Bu durum iktidarın artan bir hiddet ve şiddetle içerideki Kürtlere saldırmasına yol açtı. “Zincir”den söz ediyoruz, çünkü iktidarın içeride ebedi bir saltanat, dışarıda “yeni Osmanlıcı” bir bölge gücü, “oyun kurucu” olma hayal ve heveslerinin oluşturduğu, ana halkasında despotik bir başkanlık rejiminin yer aldığı bir zincir var. Son zamanlarda, Kürtlere yönelik “iç savaşı” saymazsak hemen her haftaya bir kapışma, bir bölgesel savaş tehlikesi, bir çatışma ihtimali düşmesinin temelinde yatan bu.

İspanya seçimleri ve Podemos’un başarısı

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Burjuva demokrasilerinde seçimler genellikle sınıflar mücadelesinin –çarpıtılmış da olsa- belirli bir yansımasını verir. İspanya’daki 20 Aralık genel seçimlerinde de öyle oldu. Sistemin çürümüşlüğünden ve ekonomik krizden yorgun düşen kitleler, otuz beş yıldan beri ülkeyi değiş-tokuş yöntemiyle yöneten iki geleneksel ana partiyi ağır biçimde cezalandırdı. İktidardaki Halk Partisi (PP-Partido Popular) 3 milyon ve 63 milletvekili; ana muhalefet olan Sosyalist Parti ise (PSOE-Partido Socialista Obrero Español) 1.5 milyon oy ve 30 milletvekili kaybederek seçimden yenilgiyle çıktılar. Bu iki parti henüz ilk iki sırayı işgal ediyorlar, ama hiç biri tek başına ya da bir diğer partiyle hükümeti kuracak güce sahip değil.

21. yüzyıl mültecilerinin trajedisi

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Aylan Kürdi’nin ölümü ve mülteci krizinin dünya gündemine oturmasının ardından Mercedes Petit’nin Eylül ayında, İşçilerin Uluslararası Birliği – Dördüncü Enternasyonal (UIT-CI)’in yayın organı Uluslararası Haberleşme’de yayımlanan makalesi:

Mültecilerin korkunç durumlarını ortaya koyan fotoğraflar, bu trajedinin kapitalist hükümetler tarafından örtbas edilen insani bir felaket olduğunu gösteriyor. Birleşmiş Milletler Mülteciler Yüksek Komiserliği’ne (UNHCR) göre mültecilerin ve yerinden edilmiş olanların sayısı 60 milyona ulaşıyor. Bu zulüm görmüş insanlar grubu dünyanın en kalabalık 24. ülkesini oluşturabilirdi. Bu durumun tek bir açıklaması var: kapitalist-emperyalist sistem tarafından tetiklenen açlığın ve savaşların artması.

Cizre, Silopi, Nusaybin ve Sur’da katliam hazırlığı! Operasyonlar ve sokağa çıkma yasakları derhal durdurulsun!

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Eylül ayından beri toplamda 55 kez sokağa çıkma yasağı uygulanan Şırnak’ın Cizre ve Silopi ilçelerinde ‘büyük operasyon’ un başlayacağı, daha birkaç gün öncesinde ilçelerde görev yapan öğretmenlerin cep telefonlarına Milli Eğitim Bakanlığı tarafından gelen ‘hizmet içi eğitime‘ alındıklarına dair mesajla belli olmuş ve bunun ardından öğretmenlerin çok büyük bir bölümü ilçelerden neredeyse kaçarak ayrılmıştı. Normalde bir ülke başka bir ülkeye savaş açtığında gerçekleşecek bu manzara, Şırnak’ta gerçekleşiyordu: Devlet güvenlik gerekçesiyle ‘vatandaşlarını’ geri çekmiş; geri kalanlara yani bölgede yaşayan halka imha operasyonu başlayacağı sinyali verilmişti.

Maduro hükümetine karşı tepki oyu ve hükümetin ağır yenilgisi

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6 Aralık günü Nicolás Maduro ve PSUV (Venezuela Birleşik Sosyalist Partisi) hükümeti, Demokratik Birlik Masası (MUD)’nda bir araya gelen emperyalizm yanlısı muhalefet karşısında ağır bir yenilgi aldı.

Seçimlerin ardından PSUV 55 milletvekiline sahip olurken, MUD 112 milletvekili elde ederek Meclis’te üçte iki oranındaki nitelikli çoğunluğa ulaşmayı başardı. Dolayısıyla Chavezci akım, Ulusal Meclis’te 16 yıldır elinde tuttuğu çoğunluğu kaybetti.

Asgari ücret 1900 net! DİSK’ten basın açıklaması

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8 Aralık öğlen saat 12’de Mecidiyeköy’de toplanan DİSK yönetimi ve işçiler “asgari değil insanca yaşam”, “asgari ücret, bin dokuz yüz net” taleplerini dile getirmek üzere bir basın açıklaması yaptı. Metni DİSK Genel Başkanı Kani Beko okudu. DİSK’e bağlı sendikaların yöneticileri ve Birleşik Metal-İş’li işçilerden oluşan toplamda yaklaşık 150-200 kişilik grup, “taşeron sistemi yasaklasın”, “direne direne kazanacağız”, “inadına sendika inadına DİSK”, “birleşe birleşe kazanacağız” sloganları eşliğinde açıklamayı dinledi. Basın açıklamasının ardından DİSK’in geçtiğimiz günlerde bastırdığı, asgari ücretle ilgili taleplerin ve açıklamaların bulunduğu bildirilerin dağıtımı yapıldı. Dağıtımın ardından eylem sona erdi.

Metal direnişinde kazanımlar

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Bir yılı aşkın süredir devam eden metal işçilerinin mücadeleleri kazanım­larla devam ediyor. Çadır direnişinden sonra hukuksal alanda mücadele eden işçiler mahkemeleri birer birer kazanı­yor. Arçelik’in Beylikdüzü fabrikasında işten atılan sözleşmeli işçiler de işe iade davasını kazandı. Bu fabrikada da Türk Metal Sendikası’ndan isti­falar yaşanmıştı. İşçiler Türk Metal Sendikası’ndan ayrılma, ücretlerinin ve çalışma koşullarının düzeltilmesi için işyerinde yürüyüş ve yemek boykotları yapmış, ve buna karşılık işveren öncü işçileri işten çıkarmıştı.

ODTÜ emekçileri grevde

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ODTÜ’de Tez Koop-İş Sendikası ile rektörlüğü temsilen Kamu İşletmeleri İşverenleri Sendikası’nın (Kamu-İş) Haziran ayından beri yürüttüğü toplusözleşme sürecinde uzlaşma çıkmaması üzerine 4 Kasım günü Tez Koop-İş üyesi 300 kadar işçi greve çıktı. Tez Koop-İş Ankara 2 No’lu Şube üyesi işçiler, grev kararlarını Kamu-İş önünde gerçekleştirdikleri basın açıklamasıyla duyurdu.

Ne mecbur ne çaresiziz! Çözüm, birlik ve dayanışmada!

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Huzur, güven, istikrar! Bunları isteyen 1 Kasım’da oyunu AKP’ye vermeliydi. İktidarın iddiası buydu! RTE/AKP tabii ki sonucu şansa bırakmadı. Ne demek istediğini 7 Haziran’dan 1 Kasım’a net bir şekilde gösterdi. Ülkeye uyanmak istediği bir kâbus yaşatıldı. Neticede seçme­nin yüzde 49,5’u bu kâbustan kurtul­mak için denileni yaptı. Her iki kişiden biri oyunu AKP’ye verdi. Pekiyi, ne oldu? 1 Kasım ülkeye huzur da, güven de, istikrar da getirmedi. Tersine, olanı da alıp götürdü. Belirsizliği, umutsuzlu­ğu, karamsarlığı daha da artırdı. Sonuç olarak ülkede çok daha karanlık bir dönem, bağıra bağıra hayatın her alanı­na sızmaya devam ediyor.

GSÜ’de iş cinayeti ve boykot

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Galatasaray Üniversitesi’nin 14 yıllık kadrolu işçisi Arif Arslan 10 Kasım günü asansörü tamir etmek için girdiği asansör boşluğunda sıkışarak can verdi. Asansörü tamir etmeye girdiğinden iş arkadaşlarının haberi olmadığı için ölümü olaydan bir saat kadar sonra fark edildi. Okula gelen itfaiye ise Arif Arslan’ın cenazesini çıkartmak için saatlerce çaba gösterdi. Bütün bunlar yaşanırken üniversite öğrencileri, işçileri ve öğretim görevlileri olayın yaşandığı binanın kapısında bekleyerek Arif Arslan’ı e ailesini yalnız bırakmadı.

Erkek adalete karşı kadınlar davalarda dayanışmaya!

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Tarsus’ta vahşice öldürülmesiyle Türkiye’de kadın cinayetlerinin simgesi haline gelen Özgecan Aslan davasında üç katil zanlısına da ağırlaştırılmış müebbet hapis cezası verildi. Bu kararın ardından, sistematik olarak maruz kaldığı koca şiddetinden ancak kocasını öldürerek kurtulabilen Yasemin Çakal ve erkek medya tarafından ‘yalnız yaşayan bir kadın’ olduğu için öldürülmesi meşru gösterilmeye çalışılan Değer Deniz için adalet arayışımız sürüyor.

25 Kasım Kadın Yürüyüşü yapıldı!

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Kadınlar yine bir 25 Kasım Kadına Yönelik Şiddetle Uluslararası Mücadele Günü’nde sokaklarda bir araya geldi. Tünel’de toplanan kadınlar sloganlar eşliğinde Galatasaray Meydanı’na doğru yürüdü ve bir basın açıklaması yaptı. Bu seneki yürüyüşte; hayatta kalabilmek uğruna kendilerine şiddet uygulayan erkekleri öldüren kadınların, erkek egemen yargıya karşı verdiği hukuk mücadelesinin bütün kadınlar için önemi şu sözlerle vurgulandı:

“Başka hiç kimse bir şey yapmadığı için; yıllarca saldırısına uğradığı tecavüzcüyü öldüren Nevin için, evli oldukları erkeklerin sistematik olarak maruz kaldıkları şiddetinden ancak onları öldürerek kurtulabilen Yasemin ve Çilem için; erkek şiddetine karşı sessiz kalmayıp müdahil olan ve öldürülen Aynur için;

Patronlar anti-kapitalist mi oluyor?

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Ali Koç’un, “eşitsizliği gidermek için kapitalizmin ortadan kalkması gerek” sözleri özellikle sınıf mücadelesinin günümüz toplumlarında yeri olmadığını ve sınıflar ortadan kalktığı için “vahşi” kapitalizme karşı mücadelenin sınıflar üstü olması gerektiğini düşünen kesimler arasında ciddi bir heyecan yarattı. Öyle ya işçiler kendi haklarını savunamaz hatta tam tersi bir istikamette AKP’ye oy verirken “içeriden” konuşan bir patron kapitalizme eleştirel yaklaşabiliyor ve ilk bakışta işçilerin haklarını işçilerden daha çok savunuyor görünüyordu.

Sokağa çıkma yasaklarının bilançosu

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7 Haziran’dan bu yana Türkiye olağanüstü baskı halinin süreklileştiği bir yer haline geldi. Bilhassa 20 Temmuz Suruç katliamından bu yana, başta Kürt Halkı olmak üzere ülkenin muhalif, örgütlü kesimlerine dönük baskı politikaları Kürt illerinde neredeyse “iç savaş” metotları halini aldı.

Saray ve Hükümet ortak yapımı bir macera: İstikrarsızlığın istikrarı

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Saray ve AKP’nin istikrar söylemlerine hiçbir şey son bir haftada yaşananlar kadar tezatlık oluşturamaz. Kürt illerindeki ölümcül sokağa çıkma yasağı uygulamaları direnişler kırılmaksızın devam ederken, bir Rus uçağı düşürüldü. Can Dündar ve Erdem Gül tutuklandı. Son olarak da Tahir Elçi katledildi. (Tahir Elçi’yi katledenleri kınarken, yakınlarına bir kez daha başsağlığı diliyoruz. Alacak hanemize bir onurlu insanın, Tahir Elçi’nin adını üzüntü, öfke ve mücadele dolu hislerle yazıyoruz.)

AKP’den memurlara müjde: Esnek ve güvencesiz çalışma

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1 Kasım seçimlerinde yeniden tek başına iktidar olan AKP, 13 yıldır tüm iş sürecine uyguladığı esnek ve güvencesiz çalışma modelini şimdi de memurlar için hayata geçiriyor. Daha önce yargı kararı sonucu görevlerine dönen memurların dönüşlerini engellemek adına adımlar atan AKP’nin bu hamlesi Anayasa Mahkemesi’nden 657 Sayılı Devlet Memuru Kanunu’na aykırı olduğu gerekçesiyle geri dönmüştü. O halde AKP’nin kamu sektöründe istediği adımları atabilmesi için önünde engel oluşturan 657 Sayılı Kanunu değiştirmesi gerekiyordu ki bunun müjdesini seçimden bir gün önce hem Cumhurbaşkanı hem de Başbakan vermişti.

Kürt’ün “X dil” ile imtihanı

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7 Haziran 2015 seçimlerinde umduğunu bulamayan AKP iktidarı önümüze yeni bir seçim getirdi. 1 Kasım’da tekrarlanan seçim, AKP’nin tek başına iktidarı ile sonuçlandı. AKP, “halkın iradesi tecelli etti.” diyerek seçimlerden zaferle çıktığını ilan etti. 7 Haziran’da oy kaybına uğrayıp tek başına iktidar olamayan AKP, 7 Haziran’ı halkın iradesi olarak tanımamış ve önümüze yeni bir seçim koymuştu.